Até meados do século XX as populações viviam dos rios, para os rios e junto aos rios, com o seu assoreamento e o desenvolvimento dos meios de transporte terrestres, a população virou-lhes as costas em busca de outro sustento. Mas no início do século XXI olha novamente para os seus rios, que entretanto adquiriram novas potencialidades, como a prática de desporto, desenvolvimento do turismo e lazer.
O Museu dos Rios e das Artes Marítimas pretende relembrar a importância económica e a profunda ligação que as gentes de Constância tinham e têm aos rios Tejo e Zêzere.
Por
CMC
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